Metodologias do século XXI difundem a Língua Portuguesa na China

Metodologias do século XXI difundem a Língua Portuguesa na China

Metodologias do século XXI difundem a Língua Portuguesa na China

O maior ativo económico e cultural de Portugal avança para a China

Os portugueses chegaram à China em 1513, tendo começado a difusão do português há 463 anos, com o seu estabelecimento definitivo em Macau, porém, só em 1728, com os missionários jesuítas, é que o ensino regular da Língua Portuguesa aconteceu de forma efetiva. O ensino do nosso idioma foi efémero, durou apenas 34 anos, pois a expulsão dos jesuítas em 1762 pôs termo ao Seminário de São José, considerado a 1ª universidade do Oriente de tipo europeu.

Ao longo dos séculos os diferentes monarcas, a 1ª República, o Estado Novo e a 2ª República quase nada fizeram pela difusão da Língua Portuguesa, daí que, a percentagem de falantes do nosso idioma seja muito difícil de estimar. Há quem arisque dizer cerca de 5%, porém, este número coincide com todos os nossos descendentes, quando estes são somados aos portugueses que vivem de forma permanente em Macau. A EPM – Escola Portuguesa de Macau fundada em 1998; um ano antes da transferência da soberania de Macau para a República Popular da China, tem ensinado o português, no entanto, a quantidade de pessoas que cursam anualmente a nossa língua será reduzidíssima, mesmo se atendermos a uma população pequena no contexto asiático, com quase 600 mil habitantes.

O Governo da Região Administrativa de Macau, principalmente, através do IPM – Instituto Politécnico de Macau, com a colaboração de um especialista, o Prof. Doutor Carlos André, têm tentado ensinar o português na China continental em mais de 30 universidades, mas contínua a ser um número ridiculamente pequeno se o confrontarmos com os 1,4 biliões da população da China, dado este abarcar aproximadamente 1.000 estudantes, um valor sem significado num país desta dimensão.

A Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa juntou-se à DLC – Distance Learning Consulting e à SigmaFortune para tentarem resolver este problema de âmbito secular, com um projeto educativo, cultural e comercial: ensinar a Língua Portuguesa na República Popular da China.

Nunca conseguimos de uma forma expressiva difundir o português no Oriente, nem mesmo nas nossas antigas colónias, daí que este projeto o pretenda fazer através da junção do conhecimento e da experiência da mais antiga faculdade de letras do nosso País, com a mais inovadora, criativa e experiente (21 anos) empresa de eLearning, a DLC, associadas à SigmaFortune, conhecedora como poucas da gestão de negócios entre Portugal e a China. Em suma, esta Parceria será o garante do sucesso deste ambicioso projeto, cujo protocolo foi assinado em Lisboa.

Durante séculos todos os projetos falharam, na nossa opinião, porque lhes faltou a junção das três componentes: académica, tecnológica e empresarial, tendo como principal motor a dinâmica comercial. Acreditamos que esta última vertente fará a diferença e catapultará o ensino do português para os mais recônditos e distantes lugares da China. A nossa crença e aposta será levar a nossa língua e o nome de Portugal o mais longe possível, legando o nosso ativo mais importante que é Português, pois ele irá abrir as portas entre os dois países, tanto no turismo como noutros múltiplos negócios e, cumulativamente, a toda a CPLP.

No dia 10 de julho de 2020, no Salão Nobre da FLUL, foi assinado um Protocolo entre a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a Associação para o Desenvolvimento da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a Distance Learning Consulting, Lda. e a SigmaFortune, respetivamente, pelo Prof. Doutor Miguel Tamen, Diretor da FLUL,  Prof. Doutor Arnaldo Espírito Santo, Presidente da ADFLUL, Prof. Doutor António Augusto Fernandes, CEO da DLC e a Srª. Su Di, CEO da Sigmafortune. Este ato teve a supervisão jurídica do Dr. Luís Natário.

Pode visualizar o vídeo da assinatura do protocolo:

 

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